quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Resolvi correr mais rápido

Corrida Troféu da Independência, 07/09/, largada (8:00) e chegada dentro do Parque do Monumento, local às margens féticas de um córrego que, em 1822, chamava-se rio Ipiranga, onde D. Pedro fez uns gestos e proclamou frases que ecoam até hoje.
O dia nasceu escuro, com chuva, frio e vento. Acordei às 5:00, corpo meio pesado, ressentido ainda pelas brejas a mais, bebidas no sábado, dia 05. Um pouco zangado comigo, pelo excesso cometido, fiz meu café, comi  e, meia hara depois, tava sob chuva e me aquecendo bem antes da largada. Fiz esse mesmo percurso, um ano atrás, em 1:04. Hoje corri com a sapatilha okean, tive bastante cuidado para não escorregar, ja que com ela não havia corrido em chão molhado. Foi divertido, uma gritaria aos céus e a alguns poucos que assistiam nas maquises, protegendo-se da chuva.
Corri bem, só a antiga dorzinha a me arder o joelho (fiz ressonância magnética e na 2ª feira pegarei resultado). Sinto que forcei como nunca nas muitas subidas/descidas do percurso e - chuva do começo ao fim - terminei em 52:26, com 12min. de diferença da anterior.
Fiquei tão contente... após desaquecer, saí por um gramado andando e comendo o lanche oferecido, de bem comigo e, de pronto choque, tropeçei num toco coberto pela grama , desandei uns passos sem querer, quase caí, senti uma dor aguda a me percoreer do 3º dedo do pé ao topo da cabeça! Ainda por cima chovia, fui mancando até o carro, pés encharcado, dedo doendo. Cheguei em casa e vi o inchaço nele. Banho, mais lanche, rede e tome Gelo, que é o mais indicado na hora. E se tivesse quebrado, fissurado? Inchado, arrocheado, alguém disse "a unha ficará preta, até cair". Fiz sangria - ai dor! -, tomei antinflamatório, massagem, cuidei. Três dias após ja treinava e tudo bem com o pé.
Mas a tristeza me pegou, com os resultados doa ressonâncias. É do que escreverei no próximo post.